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BPO e middle office especializado para assessorias, consultorias e wealths

A operação de uma assessoria de investimentos não vive de captação. Vive de captação menos operacional. Enquanto o sócio está em frente ao cliente fechando aporte de renda variável, alguém precisa lançar o rebate da corretora, conciliar o extrato da custodiante, calcular a retenção fonte do AAI PJ e transmitir o SPED Contribuições. Quando essa camada do negócio — o middle office — falha, a receita vem, mas a margem vai embora junto com o tempo do sócio.

O AAWZ Middle foi desenhado para eliminar essa armadilha. Somos um BPO de middle office especializado exclusivamente em assessorias CVM 178, consultorias de valores mobiliários CVM 19 e wealths brasileiros. Neste guia, Bruna Machado — Head de BPO da AAWZ — explica o que é middle office para o mercado financeiro, como funciona o pacote AAWZ nas cinco frentes, quando contratar, e por que um BPO especializado supera contador externo, backoffice interno e BPO genérico em qualquer comparação honesta. O conteúdo complementa a visão estratégica apresentada em FP&A e financeiro para assessorias e a estrutura operacional da money page do AAWZ Middle.

O que é middle office para assessorias de investimentos

Middle office é o nome que o mercado financeiro dá à camada operacional que fica entre o front office (captação, atendimento, mesa) e o back office (infraestrutura, TI, compliance pesado). É a cozinha invisível do escritório: contabilidade, fiscal, folha, conciliação com custodiante, controle de comissionamento, obrigações acessórias e tudo mais que precisa rodar sem que o cliente final saiba. Quando o middle office está maduro, o sócio esquece que ele existe; quando está imaturo, ele é a principal dor do sócio.

Em uma assessoria de investimentos brasileira, o middle office operacional tem cinco frentes obrigatórias: contabilidade especializada no regime tributário da PJ (lucro presumido ou real, depende do porte), financeiro operacional (contas a pagar, a receber, fluxo de caixa), folha de pagamento (CLT, sócio retirista, AAI PJ com distributivo), rotinas fiscais (ISS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, retenção fonte, SPED) e controle de comissionamento (rebate de corretora, split com AAI, retenção por produto). Nenhuma das cinco é opcional. Uma operação que terceiriza só contabilidade e faz folha na planilha vai quebrar na primeira auditoria.

Middle office não é tarefa que se contrata em marketplace. Exige domínio do regime tributário do mercado financeiro, que é diferente de agência, indústria e comércio. O ISS da consultoria CVM 19, por exemplo, não é cobrado no município da empresa contratada — é cobrado no município do tomador, pela NBS. O IRRF do AAI PJ tem alíquota diferente da retenção padrão de prestador de serviço. O comissionamento da plataforma entra como receita de serviço na competência do fato gerador, não na data do recebimento. Contador genérico erra esses três pontos na primeira folha.

As 5 frentes do middle office AAWZ

O AAWZ Middle é modular: o cliente pode contratar uma frente isolada, duas, ou o pacote integrado. O que não fazemos é operar em silos que não conversam entre si. Todas as frentes compartilham o mesmo plano de contas proprietário AAWZ, a mesma conciliação com custodiantes e o mesmo SLA de fechamento mensal em contrato. É essa integração que elimina o retrabalho comum em operações multi-fornecedor — onde o contador manda uma DRE, o escritório de folha manda outra base de retirada, e o financeiro interno manda uma terceira versão de comissionamento, e nenhuma das três fecha.

Contabilidade e rotinas fiscais

A contabilidade especializada AAWZ entrega fechamento mensal até o dia 10 útil (D+10), com balancete, DRE gerencial, DFC, balanço patrimonial, conciliação bancária completa e memorial de cálculo. O plano de contas proprietário foi construído em cima de oito anos operando exclusivamente assessorias e consultorias — ele já nasce com as contas corretas para comissionamento RV, RF, previdência, fee fixo e rebate, separadas por parceria e por AAI PJ.

As rotinas fiscais cobrem ISS (aplicado no município correto conforme a natureza do serviço), PIS e COFINS nos regimes cumulativo ou não-cumulativo, IRPJ e CSLL em presumido ou real, SPED Contribuições e SPED Contábil, DCTF, EFD-Reinf e DCTFWeb. Quando a operação tem AAI PJ, entra também a retenção fonte específica e o recolhimento em DARF correto — eliminando o risco de autuação por IRRF recolhido em código trocado, que é uma das ocorrências mais comuns em fiscalização de assessoria.

Folha de pagamento (AAIs PJ, sócios)

A folha AAWZ trata no mesmo módulo CLTs, sócios retiristas e AAIs PJ. CLT segue a legislação trabalhista padrão (salário, horas extras, FGTS, INSS patronal e empregado, IRRF, férias, 13º, rescisões), com eSocial e DCTFWeb transmitidos no prazo. Sócio retirista entra com pro-labore mensal (com INSS próprio) e distribuição de lucros isenta quando há escrituração contábil regular — distinção que, mal feita, gera autuação automática. AAI PJ entra com distributivo de retirada por contrato, retenção fonte correta e IRRF na alíquota do prestador de serviço intelectual, não na do prestador genérico.

Em paralelo, a folha AAWZ gerencia férias coletivas, férias individuais, acordo de banco de horas, benefícios (VR, VT, plano de saúde, convênio odontológico), rescisões, avisos prévios trabalhados e indenizados. A entrega é fechada em D-2 antes do vencimento, com holerites, guias e eSocial já transmitidos — o sócio só aprova.

Reconciliação com custodiantes

A conciliação com custodiantes é a frente onde mais se perde dinheiro em assessorias mal operadas. Quando o report da XP não bate com o lançamento no ERP, com a planilha do comercial e com o que foi repassado ao AAI PJ, o resultado é receita incerta, comissionamento em contestação permanente e AAI saindo do escritório por desconfiança. O AAWZ Middle resolve isso consumindo os reports oficiais da custodiante (XP, BTG, Genial, Ágora, Órama, entre outras) e amarrando cada lançamento ao produto correto, ao parceiro correto e ao AAI PJ correto — com rebate separado da comissão, retenção fonte separada do líquido recebido e ISS retido lançado como crédito.

O resultado é um relatório mensal de comissionamento auditável: cada real recebido da custodiante tem origem identificada, parceria amarrada e destino contabilizado. Isso encerra discussão de comissionamento com AAI, reduz o tempo de due diligence em M&A e dá ao sócio uma visão clara da rentabilidade real por produto e por parceria.

Fechamento mensal e relatórios

O fechamento mensal AAWZ é entregue em D+10 com um pacote padrão: balancete contábil, DRE gerencial (por centro de custo, produto e sócio quando aplicável), DFC, balanço patrimonial simplificado, conciliação bancária, relatório de comissionamento, relatório de folha e resumo fiscal do mês. Esse pacote é entregue em PDF e em planilha viva, e fica disponível para consulta no drive compartilhado do cliente — sem portal proprietário, sem login extra, sem treinamento para o sócio.

Além do fechamento mensal, entregamos reporting trimestral consolidado (para sócio e para comitê, quando existe), relatório anual com análise de variação YoY e dossiê pronto para due diligence quando a operação decide negociar M&A. O dossiê inclui três anos de DRE padronizado, balanço auditável, conciliação bancária completa, carteira de comissionamento amarrada e histórico de obrigações acessórias — o que reduz o prazo médio de DD de 90 para 45 dias.

Compliance operacional

Compliance operacional no middle office não substitui compliance regulatório (esse é responsabilidade do AAWZ Jurídico, que atua em CVM, ANCORD e regulação). Compliance operacional é o controle do dia a dia: captable atualizado, distribuição de sócios registrada conforme acordo, memorandos societários arquivados, execução de cláusulas de vesting, drag e tag along, reporting de operações societárias e interface com o jurídico AAWZ quando surge alteração de contrato social, admissão de sócio ou ajuste em acordo de partnership.

A operação diária desse controle é o que permite à assessoria chegar em uma auditoria, due diligence ou processo de M&A com a casa arrumada — sem corrida de última hora para reconstruir três anos de captable em planilha.

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BPO vs contador externo vs contratar internamente

A comparação entre BPO especializado, contador externo genérico e backoffice interno é onde a decisão racional de sócio de assessoria acontece. Cada modelo tem custo, velocidade, risco e teto distintos — e o certo depende do porte, da complexidade e da velocidade de crescimento da operação.

Contador externo genérico custa em geral entre R$ 800 e R$ 4 mil por mês e entrega o mínimo: balancete trimestral ou anual, obrigação acessória no prazo e folha básica. Escopo é restrito, especialização em mercado financeiro é nula e risco fiscal é real (ISS aplicado errado, retenção AAI PJ equivocada, regime tributário mal escolhido). Funciona para assessoria iniciante com menos de R$ 20 milhões em AuC e um ou dois AAIs. Acima disso, o custo do erro fiscal começa a superar o custo da contratação.

Backoffice interno — um analista contábil sênior, um fiscalista, um assistente de folha — custa entre R$ 25 mil e R$ 60 mil mensais com encargos, exige 4 a 9 meses de ramp-up e concentra risco em pessoa-chave. Se o analista sênior sai, a operação fica descoberta. Funciona para operações grandes (AuC acima de R$ 1 bilhão) onde o custo do BPO começa a se equiparar ao backoffice e há volume que justifica dedicação exclusiva.

BPO especializado como o AAWZ Middle fica no meio: custo mensal fixo por pacote (tipicamente 3 a 6 vezes menor que backoffice interno), especialização total no mercado financeiro, ramp-up de 60 a 90 dias e continuidade garantida pelo time (saída de uma pessoa não para a operação). É o formato que domina a faixa entre R$ 50 milhões e R$ 2 bilhões em AuC — que é onde está a maior parte das assessorias brasileiras em tração.

Um contra-exemplo comum: BPO genérico — grupos que fazem BPO de qualquer setor. São baratos, são escaláveis, mas não sabem diferenciar rebate de comissionamento, erram ISS de consultoria CVM, tratam AAI PJ como prestador genérico e não integram com custodiante. O risco fiscal permanece alto, o retrabalho permanece alto, e o sócio continua tocando operação na dúvida. Para mercado financeiro, BPO precisa ser vertical.

Fechamento contábil D+N: por que importa

O indicador operacional mais importante do middle office não é o preço do contador. É o D+N do fechamento. D+N é a quantidade de dias úteis entre o fim do mês e a entrega do fechamento completo (balancete, DRE, DFC, conciliação). Uma operação que fecha em D+10 tem dado confiável para decidir em 15 dias. Uma que fecha em D+40 decide só no mês seguinte ao seguinte — ou seja, decide sempre sobre o passado distante.

Assessorias com fechamento em D+30 ou mais discutem resultado do mês passado em reunião do próximo mês. O sócio entra na reunião sem ter ideia real da margem, o comercial projeta com base em extrato bancário e não em DRE, e qualquer ajuste de rota acontece tarde. É o equivalente a pilotar avião olhando pela janela traseira: vê o que já passou, não o que vem.

O AAWZ Middle contrata fechamento em D+10. Dez dias úteis depois do fim do mês, o pacote mensal está entregue — DRE gerencial, DFC, balancete, conciliação e relatório de comissionamento. O sócio abre a reunião de análise com dado fechado, auditável, consistente entre módulos. É isso que transforma middle office de dor em alavanca: velocidade de ciclo de decisão.

Importante: D+10 não é meta, é contrato. Se a AAWZ atrasa, há penalidade contratual — porque entendemos que sócio de assessoria precisa de dado previsível no dia que precisa. Sem isso, o middle office continua sendo aposta.

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Integração com custodiantes

Reconciliação com custodiante é, estatisticamente, a frente onde middle offices despreparados falham primeiro. O report mensal da XP, do BTG, da Genial ou da Ágora vem com dezenas de colunas (produto, parceiro, volume, comissão, rebate, retenção) e o trabalho é amarrar cada linha ao lançamento contábil correto e ao split de comissionamento acordado com o AAI PJ. Quando isso é feito em planilha Excel por uma assistente administrativa sobrecarregada, divergência é questão de tempo.

O AAWZ Middle consome o report oficial da custodiante em arquivo estruturado (geralmente TXT, XLS ou XML, dependendo da plataforma) e importa no ERP contábil com parsing automatizado. Cada linha vai para a conta contábil correta do plano de contas AAWZ: receita bruta de serviços (comissão), redutor de receita (rebate quando tratado como devolução), receita de rebate (quando tratado como receita separada), e conta de retenção (IRRF, INSS, ISS retido quando aplicável). O resultado é um lançamento contábil limpo, rastreável linha a linha, sem retrabalho mensal e sem divergência entre contábil, fiscal e comercial.

Cobrimos as principais custodiantes do mercado brasileiro — XP, BTG, Ágora, Genial, Órama, Mirae, Nova Futura — e adicionamos novas conforme os clientes exigem. A integração é processual, não dependente de API: o arquivo chega, é processado, o lançamento entra. Isso torna o AAWZ Middle resiliente a mudanças de política da custodiante (que mudam o formato de report com frequência) e independente de aprovação de integração técnica — que em muitos casos nem existe.

Middle Office vs FP&A (diferença crítica)

Uma confusão recorrente na decisão do sócio é: “preciso contratar um middle office ou um FP&A?” A resposta honesta é: são coisas diferentes, complementares, e assessorias maduras contratam os dois. Confundir uma com a outra é a origem de orçamentos estourados e reuniões frustrantes.

Middle office é execução operacional. É o que roda contabilidade, fiscal, folha, conciliação e obrigação acessória no dia a dia. Output do middle é dado limpo, auditável, entregue no prazo: balancete, DRE, folha fechada, guia recolhida. Middle office trabalha olhando para o passado próximo — fecha o que aconteceu.

FP&A é planejamento estratégico. É o que transforma o dado limpo em decisão: orçamento anual, reforecast trimestral, cenários de receita, análise de desvio vs. plano, dashboards de indicador, apoio à decisão de investimento (contratar assessor, abrir filial, entrar em partnership). FP&A trabalha olhando para o futuro próximo — planeja o que vai acontecer. Consulte o guia completo em FP&A e financeiro para assessorias.

A relação entre os dois é simples: FP&A precisa de middle office limpo para funcionar. Planejar orçamento em cima de DRE atrasado em D+40 é impossível. Por isso a AAWZ oferece os dois serviços sob o mesmo plano de contas proprietário — quando a mesma base alimenta middle e FP&A, a variação entre planejado e realizado fica auditável sem retrabalho, e a decisão do sócio vira ação em dias, não em meses.

Na prática, operações com AuC abaixo de R$ 150 milhões contratam primeiro o AAWZ Middle e adicionam FP&A no segundo ou terceiro ano. Operações acima de R$ 500 milhões costumam contratar os dois desde o início, porque o custo da decisão sem FP&A já superou o custo do serviço.

Por que AAWZ Middle é diferente

Independência, especialização, maturidade, integração e operação. São os cinco pilares que diferenciam o AAWZ Middle de qualquer alternativa genérica — e cada um tem impacto direto no resultado do sócio.

Independência é o primeiro pilar e o mais negligenciado. O AAWZ Middle não é ligado a banco, corretora ou custodiante. Isso significa que a retaguarda contábil da sua assessoria defende a margem da sua operação, não a do distribuidor. Quando contabilidade é terceirizada dentro do ecossistema de uma plataforma, há conflito implícito — o escritório contábil vai ouvir a plataforma, não o sócio. O AAWZ ouve o sócio.

Especialização é o segundo pilar. São mais de oito anos atendendo exclusivamente assessorias CVM 178, consultorias CVM 19 e wealths. Não atendemos lavanderia, agência, restaurante nem indústria — e não temos planos de passar a atender. Isso significa que cada profissional do time AAWZ, do analista fiscal júnior ao coordenador de folha, lida diariamente com AAI PJ, retenção fonte, ISS de consultoria, rebate de corretora e comissionamento de produto estruturado. É especialização real, não marketing.

Maturidade é o terceiro pilar. O plano de contas proprietário AAWZ foi construído ao longo de mais de oito anos operando mais de 100 assessorias e consultorias. Ele já nasce com as contas corretas para cada linha de receita típica do mercado financeiro, com os centros de custo padrão, com a estrutura de parceria AAI pré-configurada. Cliente novo herda essa estrutura em dias — não constrói do zero em meses.

Integração é o quarto pilar. AAWZ Middle conversa com o AAWZ Jurídico, o AAWZ Financeiro (FP&A), o AAWZ M&A e o AAWZ Hub (tecnologia). Mesma base de dados, mesma verdade, mesmo time de apoio. Assessoria que operou Middle por dois anos chega em M&A com dossiê pronto, sem corrida de última hora. Assessoria que precisa mudar acordo de sócio traz a cláusula proposta e o middle já adapta distributivo de retirada e folha.

Operacional é o quinto pilar. Não entregamos diagnóstico e desaparecemos. Operamos o fechamento mensal, a folha, a conciliação e o fiscal — todo mês, no prazo contratado, com SLA auditável. O sócio volta a captar. A AAWZ toca o operacional. É assim que o tempo do sócio volta.

Quando contratar BPO middle office

O momento certo para contratar BPO de middle office não é quando o sócio decide — é quando o sócio percebe que já deveria ter decidido há seis meses. Os sinais antecedem a decisão, e quem aprende a lê-los economiza bastante tempo e margem.

Sinal 1: fechamento contábil chegando consistentemente em D+30 ou mais. Sócio entra em reunião de análise olhando resultado defasado, comercial projeta em cima de extrato bancário e a margem real é descoberta tarde demais para ajustar.

Sinal 2: comissionamento AAI discutido em grupo de WhatsApp toda semana. Se a conta não fecha entre o report da custodiante, a planilha do comercial e o lançamento contábil, há dinheiro vazando em algum ponto — e o AAI está percebendo.

Sinal 3: folha rodada manualmente com erro recorrente. Pro-labore aplicado errado, distribuição de lucros sem escrituração contábil regular (risco fiscal automático), IRRF recolhido em DARF trocado. Cada um desses erros vira autuação em fiscalização — e fiscalização chega sem avisar.

Sinal 4: sócio-gestor gastando mais de 10 horas semanais com operacional interno. Tempo de sócio é o recurso mais caro da operação. Cada hora em conciliação de extrato é uma hora não dedicada a captação, partnership ou decisão estratégica.

Sinal 5: obrigação acessória esquecida no último ano. DCTF não entregue, SPED com erro, eSocial atrasado. Quando começa a repetir, é porque o backoffice atual está operando além do que consegue entregar — e o custo do erro começa a materializar via multa e juros.

O corte quantitativo, na prática AAWZ, fica em: AuC acima de R$ 50 milhões, três ou mais AAIs PJ ativos, ou receita recorrente mensal acima de R$ 80 mil. Nesse ponto, o ROI do middle office especializado já supera claramente o custo — tanto pela redução de erro fiscal quanto pela recuperação de tempo do sócio.

Operações menores costumam ser melhor atendidas por contador vertical barato, desde que a operação entenda o risco fiscal residual. Operações maiores (AuC acima de R$ 2 bilhões) geralmente começam a justificar complemento com peças de backoffice interno (um controller dedicado, por exemplo), mas raramente substituem o BPO especializado — apenas acrescentam camadas.

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Próximos passos

A recomendação prática para quem leu até aqui é simples: antes de qualquer decisão, mapeie o estado atual do seu middle office. A AAWZ oferece diagnóstico operacional gratuito — uma reunião de 60 minutos onde mapeamos o ciclo atual de fechamento, folha, fiscal e conciliação da sua operação e identificamos os três maiores pontos de risco fiscal e perda de margem. Não há pitch comercial embutido: se o diagnóstico concluir que contador externo resolve, dizemos isso. Se concluir que vale AAWZ Middle, apresentamos proposta com escopo, prazo e investimento.

O diagnóstico é entregue presencial (São Paulo) ou por vídeo, com dois executivos AAWZ — um da área contábil e um da área fiscal. Ao final, você sai com um dos dois resultados: “está tudo ok, continue com o que tem” ou “aqui estão os três pontos que precisam ser endereçados, e aqui está o que o AAWZ Middle resolve”. Sem compromisso, sem slide genérico.

Complementarmente, recomendamos a leitura do guia de FP&A e financeiro para assessorias (se você já tem middle office resolvido e o próximo passo é planejamento) e do pillar DRE para assessorias de investimento (se a dor atual é entender o resultado mensal com profundidade).

Perguntas frequentes sobre BPO e middle office para assessorias

O que é middle office para uma assessoria de investimentos?

Middle office é a retaguarda operacional de uma assessoria: contabilidade especializada, financeiro operacional, folha, rotinas fiscais e controle de comissionamento. Ao contrário do front office (captação e atendimento), o middle office não gera receita — mas é ele que garante fechamento mensal no prazo, folha correta, fiscal auditável e dados confiáveis para o sócio tomar decisão. No AAWZ Middle, toda essa camada roda sob plano de contas proprietário e SLA de fechamento em D+10 garantido em contrato.

Qual a diferença entre BPO, contador externo e contratar backoffice interno?

Contador externo entrega o mínimo legal (balancete anual, obrigações acessórias básicas, folha simples) — geralmente sem especialização em AAI PJ, CVM 19 ou wealth. Backoffice interno é caro (R$ 25-60 mil/mês em headcount), lento para contratar e difícil de escalar. BPO especializado como o AAWZ Middle entrega o pacote completo — contabilidade, financeiro, folha, fiscal e comissionamento — por preço fixo, com ramp-up três a seis vezes mais rápido, SLA em contrato e time que domina o regime tributário específico do mercado financeiro.

Em quanto tempo o AAWZ Middle fecha o mês contábil (D+N)?

O fechamento contábil é entregue em D+10 — dez dias úteis após o fim do mês — com balancete, DRE, DFC, conciliação bancária e memorial de cálculo. Obrigações acessórias (DCTF, SPED, EFD-Reinf) são transmitidas com protocolo antes do prazo legal. A folha é fechada em D-2 antes do vencimento. Os três prazos constam em contrato com penalidade por descumprimento, porque entendemos que sócio de assessoria precisa de dado confiável no dia que precisa — não balancete atrasado que chega em D+40.

Como o AAWZ Middle integra com custodiantes como XP, BTG, Genial e Ágora?

Consumimos os reports oficiais da custodiante (arquivos de movimentação, comissionamento, rebate e retenção) e fazemos conciliação automática com o ERP contábil da assessoria. Comissionamento AAI, rebate de corretora, retenção fonte e movimentação de carteira entram no lançamento correto por produto, parceria e sócio. A integração é processual — não depende de API proprietária — e se adapta à custodiante que a assessoria já opera. O mesmo vale para BTG, Genial, Ágora, Órama e outras.

AAWZ Middle substitui o AAWZ Financeiro (FP&A)?

Não. São serviços complementares. O AAWZ Middle é BPO operacional — execução de contabilidade, fiscal, folha, conciliação e obrigações acessórias no dia a dia. O AAWZ Financeiro é FP&A estratégico — planejamento, orçamento, reforecast, dashboards e apoio à decisão do sócio-gestor. Os dois compartilham o mesmo plano de contas proprietário AAWZ, o que permite ao FP&A consumir dados limpos do Middle sem retrabalho. Você pode contratar só Middle, só Financeiro, ou os dois juntos.

A AAWZ cobre folha de sócios AAI PJ, retiristas e CLT no mesmo pacote?

Sim. Tratamos folha completa de CLT, sócios retiristas e AAIs PJ no mesmo módulo: distributivo de retirada, pro-labore, distribuição de lucros, INSS sobre pro-labore, IRRF de distribuição quando aplicável, FGTS, eSocial e DCTFWeb. O tratamento tributário do AAI PJ exige especialização — é a linha onde contadores genéricos mais erram, gerando retenção fonte equivocada, ISS aplicado no município errado e IRRF recolhido em DARF trocado. Isso não acontece no padrão AAWZ.

A partir de que porte de assessoria faz sentido contratar o AAWZ Middle?

Operações com AuC abaixo de R$ 30 milhões ou com menos de dois AAIs PJ geralmente são melhor atendidas por contador vertical barato. Acima disso, o AAWZ Middle começa a gerar ROI claro — tipicamente a partir de R$ 50 milhões de AuC, três ou mais AAIs PJ, ou receita recorrente mensal acima de R$ 80 mil. O diagnóstico operacional gratuito avalia o porte real e a maturidade do backoffice atual antes de qualquer proposta.

Como é a transição do contador atual para o AAWZ Middle?

Os primeiros 30 dias são onboarding e migração. Recebemos três anos de histórico contábil, reorganizamos o plano de contas, conciliamos saldos e redistribuímos lançamentos por centro de custo e sócio. No mês seguinte já fechamos no padrão AAWZ. Durante a transição, o contador anterior permanece ativo para encerrar obrigações já em curso — sem apagão, sem perda de histórico, sem risco fiscal. O objetivo é que você nem sinta a troca, exceto pelos prazos encolhendo e pelos dados parando de discordar entre si.

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