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Sessão 01

A virada do mercado
de investimentos

com Filipe Medeiros

Filipe Medeiros abre o evento com uma análise estrutural baseada em dados reais — histórico da indústria, mudanças regulatórias, o avanço do fee-based e para onde o mercado vai nos próximos cinco anos.

Tópicos abordados

01

Mudança regulatória

RCVM19, CVM 178/179 e CVM 175 — as resoluções que abriram caminho para a consultoria crescer.

02

Mercado B2B

16% do market share hoje. Com os bancos entrando, pode chegar a 40% em 10 anos.

03

A virada do fee-based

Em 2 trimestres o número de assessores com fee-based dobrou. Meta da XP: 50% em 3–5 anos.

04

Confiança em xeque

NPS da maior corretora caiu 20% em 2 trimestres após o Banco Master.

Sessão 02

Como as maiores operações estão
redesenhando seus negócios

com Filipe Medeiros · Pier Mattei (Monte Bravo) · Wagner Vieira (Blue3)

Wagner Vieira (Blue3) e Pier Mattei (Monte Bravo) partiram do mesmo ponto e chegaram a modelos completamente diferentes. O debate sobre fee-based, consolidação, margens e o que vai separar os vencedores da próxima década.

Tópicos abordados

01

Consolidação do mercado

Margens comprimindo, concorrência crescendo. Quem não se preparar vai se juntar por necessidade, não por estratégia.

02

3 canais de crescimento

Gerente ~1%, digital ~1,5% e M&A ~0,76% por milhão captado. Por que o mais barato não é o único caminho.

03

Os 3 Cs de Pier

Você muda por Constrangimento, Conveniência ou Convicção. A Monte Bravo foi para o fee-based pelo terceiro.

04

O que não vai mudar

A importância do profissional junto ao cliente. 100% dos clientes fee-based não voltam ao modelo anterior.

Sessão 03

Brasil x EUA — As mudanças na
indústria de assessoria e distribuição

com Cristiano Castro · Diretor BlackRock

Cristiano Castro, diretor da BlackRock no Brasil, traz os dados que o mercado americano levou décadas para aprender — e que o Brasil tem a chance de aplicar agora. Da pesquisa com mais de mil advisors ao paralelo entre regulação, tecnologia e a transição inevitável para o fee-based.

Tópicos abordados

01

Fee-based é inevitável

Como o Uber frente aos taxistas: quem for negacionista vai chegar tarde. O mercado americano e europeu cobram fee há décadas, com juros menores que os do Brasil de hoje.

02

A conversa que precisa mudar

Enquanto o advisor falar só de performance, a experiência nunca vai ser boa. A virada acontece quando o cliente percebe que você cuida da vida dele, não só da carteira.

03

3 aprendizados do mercado americano

Previsibilidade de receita → valuation do negócio → entrada de private equity. Depois: tecnologia e eficiência. Por último: redução de CAC via programas de referral.

04

Raio-x do advisor americano

Pesquisa com 1.028 advisors: 78% têm mais de 14 anos de experiência. No Brasil, menos de 20% chegam a 5 anos. 56% dos americanos já alocam em mercados privados.

05

A próxima geração de advisors

Millennials priorizam aquisição de clientes, eficiência operacional e IA. Mais de 70% dos clientes estão propensos a trocar o advisor herdado da geração anterior.

Sessão 04

ETF e as mudanças na
indústria de fundos

com Bruno Stein · Galápagos Capital  ·  Rodrigo Araujo · Itaú Asset

A indústria de ETF saiu de R$ 54 bi para R$ 120 bi em menos de dois anos — e não foi por acaso. Bruno Stein e Rodrigo Araujo explicam por que fee-based e ETF são condições necessárias um para o outro, como identificar os produtos que valem a pena e o que esperar das próximas gerações dessa indústria no Brasil.

Tópicos abordados

01

Fee-based e ETF: simbiose

ETF viabiliza o fee-based reduzindo o custo do produto. Fee-based cria a massa crítica que faz o ETF crescer. Um não existe sem o outro — e o Brasil está descobrindo isso agora.

02

A vantagem tributária

Sem IOF, sem come-cotas, alíquota única de 15% desde o primeiro dia. ETF de renda fixa é melhor do que Tesouro Direto e fundo mútuo sob o ponto de vista tributário — e ainda mais barato.

03

Como identificar ETF ruim

Taxa acima de 0,50% é sinal de alerta. A pergunta certa: existe forma alternativa de fazer essa alocação? ETF sem demanda morre sozinho — o mercado arbitra naturalmente.

04

As 3 gerações de ETF

1ª: índice famoso → ETF. 2ª: tema específico → índice próprio → ETF. 3ª: acesso — trazer ao mercado tradicional o que antes era inacessível (Bitcoin, tokenização, ativos alternativos).

05

O tamanho da oportunidade

ETFs representam hoje 1% da indústria de fundos no Brasil. O mercado americano chegou a 32%. Com crescimento de 100% ao ano e mais de 50 produtos na fila da CVM, ainda estamos no começo.

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